sexta-feira, 23 de março de 2012
Conselho de Cultura - Estão prorrogadas as inscrições de interessados
sexta-feira, 16 de março de 2012
E domingo, na agenda cultural de Limeira:
quarta-feira, 14 de março de 2012
“Circo de Todos os Tempos” traz uma noite mágica ao teatro
terça-feira, 13 de março de 2012
Cultura busca interessados para Conselho
sexta-feira, 22 de julho de 2011
“DNA Somos Todos Muito Iguais” realiza estreia especial e levanta público do Teatro Vitória
Uma plateia calorosa lotou o teatro, que nesta noite foi aberto aos convidados e às autoridades. No palco, artistas interpretavam com maestria a história de um “anjo” que despencou do céu e que precisava de ajuda para retornar ao seu lugar. Enquanto o enredo seguia, corpos que pareciam elásticos, danças com a mais perfeita sintonia, figurinos coloridos e adequados, palhaçadas e atrapalhadas, tecnologia e muitas surpresas, eram apresentados ao público. A história do espetáculo também apresenta a ideia de que todas as espécies são iguais e ilimitadas, com números com atores e atrizes interpretando bichos com leveza. Os palhaços conquistaram e com poucas palavras arrancaram gargalhadas das pessoas durante toda a exibição do “DNA”.
O secretário da Cultura, José Farid Zaine, que na oportunidade representou o Prefeito Silvio Félix, ficou emocionado com a apresentação. “Foi um dos espetáculos mais belos apresentados em Limeira, estou muito satisfeito”.
O Circo Roda nasceu da união dos grupos Parlapatões e Pia Fraus, em 2006, com o objetivo de renovar o conceito da atividade circense. A junção das companhias aproveita as características de suas linguagens específicas, compondo uma unidade no que diz respeito à comunicação direta com a plateia, à utilização de recursos de picadeiro, a uma constante pesquisa cênica e à manutenção de seus respectivos repertórios.
Num contraponto ao circo tradicional, o Circo Roda procura romper com o pensamento estigmatizado de que circo seja um mero entretenimento superficial com a proposta de erguer a linguagem do picadeiro ao mesmo grau e visibilidade que outras artes cênicas do país.
As apresentações podem ser conferidas hoje, às 20h30. No sábado, às 16h e às 21h e, no domingo, às 15h e às 19h. Os ingressos custam R$ 20 (inteira) e R$ 10 (meia) e podem ser adquiridos na bilheteria do teatro. Outras informações poder ser obtidas nos telefones, (19) 3451 6679 e 3451 2675, ou no blog: www.culturalimeira.blogspot.com.
Imagens da apresentação do Circo Roda nesta quinta. Créditos – Gustavo Reis.
Ronald Gonçales
Chefe do Setor de Música e de Dança
Departamento de Projetos Culturais
Secretaria da Cultura – Limeira / SP
Prefeitura de Limeira
(19) 3451 0502
quarta-feira, 20 de julho de 2011
Circo Roda “DNA Somos Todos Muito Iguais” neste final de semana no Teatro Vitória
Circo Roda “DNA – Somos Todos Muito Iguais” chega ao Teatro neste final de semana: sexta às 20h30, sábado às 16h e às 21h e no domingo às 15h e às 19h, para agitar a programação cultural do município nestas férias. A realização é do Circo Roda, com patrocínio da CCR AutoBan e apoio da Prefeitura, por meio da Secretaria da Cultura.
“DNA – Somos Todos Muito Iguais” conta a aventura de Inadequado, um homem desajustado e perdido no tempo, cuja vida vira de ponta-cabeça quando tenta ajudar uma Anja que despencou do céu. A linguagem contemporânea do espetáculo reúne números circenses inovadores e tecnologia de ponta. Para contar essa aventura mágica, além da manipulação de objetos e bonecos gigantes que compõem o estilo das encenações do Circo Roda, foram criadas, pelo cineasta Murilo Hauser, projeções com recurso de light grafitti – técnica que utiliza desenhos com fonte de luz, interagindo com o público.
Hugo Possolo, diretor artístico do espetáculo, afirmou que o espetáculo é inovador e busca mostrar a força e o talento do circo brasileiro atual, em uma grande produção com 20 artistas em cena, grandes elementos cenográficos, música, iluminação e efeitos especiais de alta qualidade.
“Vamos trazer o que de melhor se produz internacionalmente em termos de entretenimento familiar”, completou Possolo.
SERVIÇO:
“DNA – Somos Todos Muito Iguais”
Dias 22, às 20h30 / 23, às 16h e às 20h30 / 24, às 15h e às 19h
Local: Teatro Vitória (Praça Toledo Barros, s/nº - Centro – Limeira / SP)
Telefones: (19) 3451 6679 e 3451 2675.
Valores: R$ 20 (inteira) / R$ 10 (meia).
Faixa etária: Livre, com indicação a partir de 5 anos.
Confira imagens, além de vídeos do espetáculo, no site: www.circoroda.com.br.
Luane Tenório
Estagiária de Comunicação Social – Jornalismo
Departamento de Projetos Culturais
Prefeitura de Limeira/SP
Secretaria da Cultura
(19) 3451 0502
quinta-feira, 7 de julho de 2011
Circo Roda chega a Limeira com programação especial e preço popular
A terceira e nova montagem do Circo Roda “DNA – Somos Todos Muito Iguais”, chega ao Teatro Vitória, nos dias 22, 23 e 24 de julho, em horários alternativos, para agitar ainda mais a programação cultural do município nestas férias. A realização é do Circo Roda, com patrocínio da CCR AutoBan e apoio da Prefeitura, por meio da Secretaria da Cultura.
“DNA – Somos Todos Muito Iguais” conta a aventura de Inadequado, um homem desajustado e perdido no tempo, cuja vida vira de ponta-cabeça quando tenta ajudar uma Anja que despencou do céu. A linguagem contemporânea do espetáculo reúne números circenses inovadores e tecnologia de ponta. Para contar essa aventura mágica, além da manipulação de objetos e bonecos gigantes que compõem o estilo das encenações do Circo Roda, foram criadas, pelo cineasta Murilo Hauser, projeções com recurso de light grafitti – técnica que utiliza desenhos com fonte de luz, interagindo com o público e com as cenas.
Para o secretário da Cultura, José Farid Zaine, as apresentações do Circo Roda em Limeira são muito importantes, sobretudo no período de férias. “É nossa obrigação oferecer uma programação diversificada, que ofereça ao público os diferentes gêneros de atividades artísticas”.
Temas como inclusão de deficientes físicos, clonagem, ancestralidade, cura de males, mutação e formas de vida não imaginadas também são abordadas através de equipamentos circenses inéditos, elementos visuais e cenográficos e efeitos especiais.
Hugo Possolo, diretor artístico do espetáculo, afirmou que o espetáculo é inovador e busca mostrar a força e o talento do circo brasileiro atual, em uma grande produção com 20 artistas em cena, grandes elementos cenográficos, música, iluminação e efeitos especiais de alta qualidade.
“Vamos trazer o que de melhor se produz internacionalmente em termos de entretenimento familiar”, completou Possolo.
Circo Roda
O Circo Roda nasceu da união dos grupos Parlapatões e Pia Fraus, em 2006, com o objetivo de renovar o conceito da atividade circense. A junção das companhias aproveita as características de suas linguagens específicas, compondo uma unidade no que diz respeito à comunicação direta com a plateia, à utilização de recursos de picadeiro, a uma constante pesquisa cênica e à manutenção de seus respectivos repertórios.
Num contraponto ao circo tradicional, o Circo Roda procura romper com o pensamento estigmatizado de que circo seja um mero entretenimento superficial com a proposta de erguer a linguagem do picadeiro ao mesmo grau e visibilidade que outras artes cênicas do país.
SERVIÇO:
“DNA – Somos Todos Muito Iguais”
Dias 22, às 20h30 / 23, às 16h e às 20h30 / 24, às 15h e às 19h
Local: Teatro Vitória (Praça Toledo Barros, s/nº - Centro – Limeira / SP)
Telefones: (19) 3451 6679 e 3451 2675.
Valores: R$ 20 (inteira) / R$ 10 (meia).
Faixa etária: Livre, com indicação a partir de 5 anos.
* Imagens do espetáculo “DNA – Somos Todos Muito Iguais”. Créditos – Divulgação.
* Confira outras imagens, além de vídeos do espetáculo, no site: www.circoroda.com.br.
Ronald Gonçales
Chefe do Setor de Música e de Dança
Departamento de Projetos Culturais
Prefeitura de Limeira/SP
Secretaria Municipal da Cultura
(19) 3451.0502
www.culturalimeira.blogspot.com
www.twitter.com/culturalimeira
* Colaborou Isadora Greiner
Assessora de Comunicação “Circo Roda”
(11) 8355 4894 / 3031 7138 / 7777 7176
sexta-feira, 10 de junho de 2011
Sábado de muita cultura em Limeira
Música, teatro, circo, exposições e literatura são os destaques
Os limeirenses terão várias atrações culturais neste final de semana realizadas pela Prefeitura, por meio da Secretaria da Cultura. “Sábado Útil” “Circuito Sesc” e oficina de literatura são as opções para este sábado, 11, de manhã até à noite. No domingo cedo, retreta tradicional com a Arthur Giambelli também é a alternativa cultural. A Secretaria de Turismo e Eventos realiza ainda a “Expoliart” e o “Domingo de Relíquias”.
“Sábado Útil” leva a banda Henrique Marques numa apresentação irreverente e ousada: ao invés de ficar parada no Coreto, ela passeia por toda a Praça Toledo Barros, executando músicas para chamar a atenção do público. É a segunda edição do projeto, que tem como objetivo atingir pessoas mais jovens para conhecer as histórias ricas das corporações musicais limeirenses. O evento tem início às 11h e tem duração de uma hora.
A oficina de literatura “Da Criação à Publicação”, de Luiz Biajoni, chega ao final também neste sábado, das 14h às 17h, na sede central do Centro do Professorado Paulista (CPP). Cerca de 20 pessoas finalizam a atividade que visa dar dicas para quem se interessa em lançar livros.
A diversidade cultural será retratada a partir das 16h com o “Circuito Sesc de Artes”, no Parque Cidade de Limeira (Rua José Botelho Veloso, s/nº), com diferentes apresentações artísticas e o aguardado show de ”Quinteto em Branco e Preto e Rappin´Hood”.
Haverá ainda as atrações: “Jogo do Acervo Sesc de Arte Brasileira”, “Lambe-Lambre Digital”, “Manual de Invenção”, “É Crédito ou Débito?”, “A Pereira da Tia Miséria”, com o Núcleo Ás de Paus, “Zambo”, com o grupo Experimental de Dança de Recife, “Semi-Breve”, com os Las Cabaças, filme “Ela, só, pensa naquilo” e “Videorrepórter”.
O “Circuito” percorre 88 cidades do interior, no período de 1º a 19 de junho, reunindo cerca de 270 artistas, atuando em seis roteiros simultâneos de programação.
Outras informações, programação completa e horários do “Circuito” podem ser conferidas no blog da Cultura: www.culturalimeira.blogspot.com.
No domingo, 12, às 10h30, no Coreto da Praça Toledo Barros, acontece a tradicional retreta da Corporação Musical Arthur Giambelli. Todas as opções são gratuitas.
Chefe do Setor de Música e de Dança
Departamento de Projetos Culturais
Prefeitura de Limeira/SP
Secretaria Municipal da Cultura
(19) 3451.0502
Programação do Circuito Sesc de Artes com horários
ARTES VISUAIS
16h: JOGO ACERVO SESC DE ARTE BRASILEIRA
Com o objetivo de aproximar o público do universo artístico por meio do contato com obras de arte, uma brincadeira de cartas com imagens de obras do acervo do SESC propõe indagações e reflexões relacionadas à arte de forma geral. Em sua segunda edição, o jogo criado especialmente para o Circuito SESC de Artes 2011 apresenta a coleção BRESSONIANAS, composta pelos fotógrafos brasileiros Carlos Moreira, Cristiano Mascaro, Flávio Damm, Juan Esteves, Marcelo Buainain, Orlando Azevedo e Tuca Vieira, que têm em suas obras a influência do fotógrafo francês Henri Cartier-Bresson.
Livre
16h: LAMBE-LAMBE DIGITAL
O fotógrafo “Lambe-Lambe” foi importante na formação da identidade cultural das populações de pequenas e médias cidades, retratando diversas gerações dos moradores interioranos para os mais diversos propósitos. O apelido “Lambe-Lambe” nasceu da prática que esses fotógrafos desenvolveram de lamber a película fotográfica para reconhecer o lado certo. A proposta é relembrar a figura desse personagem por meio de elementos contemporâneos que unem performance, arte, tecnologia e memória. O trabalho será realizado pelos fotógrafos Eric Rahal e Marcelo Schellini.
Livre

Vários artistas (BR)
Intervenções em que artistas e público negociam a troca, compra e/ou venda de conversas, gestos, textos ou objetos simbólicos, discutindo questões sobre a sociedade de consumo e o mercado da arte. Os trabalhos incorporam ideias e ações a partir de uma genealogia artística construída desde os anos 70 que subverte o sistema institucional da arte, estabelecendo alternativas de posicionamentos face ao sistema capitalista.
Curadoria: Josué Mattos
Artistas Participantes: Grupo Aluga-se, Opavivará e Tamara Andrade.
Desenhe o seu lugar, eu desenho você, Tamara Andrade
A artista espera um interessado em trocar um desenho do lugar onde ele mais permanece durante o seu dia para ganhar um retrato feito por ela.
Moitará, Opavivará
O projeto teve início em 2008 com a tiragem de mil moedas de cerâmica, peças numeradas e trocadas por outros objetos, ações, ideias, textos, trabalhos, sonhos ou delírios. O termo Moitará, em tupi, define um ritual de troca de artefatos ligados à especialização manufatureira, realizado entre os índios de diferentes etnias. O grupo mantém um acervo das trocas no blog http://moitara.wordpress.com.
Compra-se e vende-se, Grupo Aluga-se
O grupo de artistas dispõe à venda suas pequenas sacolas-surpresas contendo obras de arte, entre serigrafias, gravuras e fotografias. Ao mesmo tempo, anúncios espalhados pela cidade convidam os artistas locais a visitarem a barraca, momento em que o grupo anuncia a compra de suas obras. A ação busca estimular a construção de novos circuitos para a produção artística contemporânea.
Duração: 3h
Livre
TEATRO
17h: A PEREIRA DA TIA MISÉRIA
Núcleo Ás de Paus (PR)

Formado em 2008, o grupo pesquisa a estética do teatro de rua, utilizando a linguagem dos artistas mambembes, traduzida por meio de canções populares, teatro de bonecos e de recursos circenses como a perna-de-pau. O conto tradicional espanhol que dá nome ao espetáculo trata da fome, da miséria e da morte, através de um a história simples e repleta de reflexões apresentadas por metáforas e personificações.
Elenco: Bruna Stéphanie, Camila Feoli, Guilherme Kirchheim, Luan Valero, Rogério Costa e Thunay Tartari
Concepção e Direção Musical: Eric D’Ávila
Dramaturgia: Luan Valero
Cenografia: Rogério Costa e Alex Lima
Figurino e Confecção dos Bonecos: Alex Lima
Contra-regras: Adalberto Pereira e Aline Benites
Produção: Aline Benites
Co-Produção: Produtora FUNCART
Duração: 50min.
Livre
DANÇA

Figurino: Período Fértil
Cenotécnico: Silvio Barreto
Iluminação: Beto Trindade
Operadora de Luz: Luciana Raposo
Músicas: Taboo, de Nusrat Fateh Ali Khan; Galatcki Funk, de DJ Spooky; Je gue ya, de Geoffrey Oryema, e Toque pra Iorubá, de Antúlio Madureira.
Duração: 45min.
Livre
CIRCO
19h: SEMI-BREVE
Las Cabaças (SP)

As palhaças Bifi e Quinan apresentam suas peripécias e trapalhadas a partir de releituras de números tradicionais do circo, elaborando sátiras a partir da arte da guerra, da tentativa de fazer música e da sua inadequação no mundo. Integrante do grupo Doutores da Alegria por nove anos, a dupla mantém um projeto que leva o palhaço em lugares de difícil acesso, percorrendo comunidades nos estados do Acre, Amazonas, Pará, Amapá e Maranhão.
Elenco: Juliana Balsalobre e Marina Quin
Duração: 50min.
Livre
ARTEMÍDIA
20h: ELA, SÓ, PENSA NAQUILO

Marcus Bastos, Karina Montenegro e Fernanda Franceschetto (SP)
Projeto de cinema ao vivo que mistura edição em tempo real de áudio e vídeo com dramaturgia criada a partir do diálogo com as cidades onde será apresentado. A apresentação explora o universo de uma mulher de 30 e poucos anos diante de memórias e fantasias sobre seu passado. Imagens de diferentes cidades do interior de São Paulo, captadas previamente por celulares acoplados a um carro-dispositivo, serão utilizadas para contextualizar a interpretação da atriz Fernanda Franceschetto.
Livre
Direção e Conceito: Marcus Bastos
Duração : 30min.
Livre
ESPECIAL
Livre
MÚSICA
20h30: QUINTETO

O Quinteto em Branco e Preto é formado por músicos originários dos bairros paulistanos de São Mateus e Santo Amaro e foram descobertos na noite paulistana pela cantora Beth Carvalho, que se tornou madrinha do grupo e com quem excursionaram por todo o mundo. Em mais de 10 anos de carreira lançaram três álbuns e dividiram o palco com artistas com os principais nomes do samba.
Nascido na periferia de São Paulo, Rappin’ Hood é um dos principais nomes do rap brasileiro. Nos anos 90 formou o grupo Posse Mente Zulu, com quem lançou o álbum Sou Negão, em 1998. Já em carreira solo, gravou os discos Sujeito Homem (2001) e Sujeito Homem 2 (2004), este com participações de artistas como Caetano Veloso, Arlindo Cruz e Zélia Duncan.
Rappin’ Hood – Voz
Everson Pessoa – Violão e voz
Ivison Pessoa - Percussão
Magnu Sousa – Pandeiro e voz
Maurílio Oliveira – Cavaquinho e voz
Vitor Pessoa – Surdo
Alan Morandi - Sonoplastia
Duração: 80min.
Livre
segunda-feira, 6 de junho de 2011
Música, teatro, dança e circo de graça com o Circuito Sesc de Artes
O “Circuito” percorre 88 cidades do interior, no período de 1º a 19 de junho, reunindo cerca de 270 artistas, atuando em seis roteiros simultâneos de programação. A diversidade das manifestações artísticas está contemplada com atividades de artemídia, artes visuais, circo, dança, literatura, música, performance e teatro.
Em Limeira, o “Circuito” tem início às 16h, com “Jogo do Acervo Sesc de Arte Brasileira” e “Lambe-Lambre Digital” na área das artes visuais, “Manual de Invenção”, na área de literatura, e a performance “É Crédito ou Débito?”. Às 17h, tem apresentação teatral “A Pereira da Tia Miséria”, com o Núcleo Ás de Paus. Às 18h, apresentação de dança “Zambo”, com o grupo Experimental do Recife e, na sequência, o espetáculo circense “Semi-Breve”, de Las Cabaças, o projeto de cinema ao vivo “Ela, só, pensa naquilo”, o projeto “Videorrepórter” e a apresentação de “Quinteto em Branco e Preto & Rappin´Hood. Toda a programação é gratuita.
Segundo o secretário da Cultura, José Farid Zaine, o “Circuito” deve agitar a programação cultural de Limeira, com apresentações excelentes de diversos gêneros culturais. “Estamos felizes por sermos uma das cidades a receber esse projeto artístico”.
Mais informações podem ser obtidas no telefone da Secretaria da Cultura, (19) 3451 0502.
Veja informações sobre cada uma das apresentações do “Circuito” em Limeira:
ARTES VISUAIS
JOGO ACERVO SESC DE ARTE BRASILEIRA
Com o objetivo de aproximar o público do universo artístico p
or meio do contato com obras de arte, uma brincadeira de cartas com imagens de obras do acervo do SESC propõe indagações e reflexões relacionadas à arte de forma geral. Em sua segunda edição, o jogo criado especialmente para o Circuito SESC de Artes 2011 apresenta a coleção BRESSONIANAS, composta pelos fotógrafos brasileiros Carlos Moreira, Cristiano Mascaro, Flávio Damm, Juan Esteves, Marcelo Buainain, Orlando Azevedo e Tuca Vieira, que têm em suas obras a influência do fotógrafo francês Henri Cartier-Bresson.
Livre
LAMBE-LAMBE DIGITAL
O fotógrafo “Lambe-Lambe” foi importante na formação da identidade cultural das populações de pequenas e médias cidades, retratando diversas gerações dos moradores interioranos para os mais diversos propósitos. O apelido “Lambe-Lambe” nasceu da prática que esses fotógrafos desenvolveram de lamber a película fotográfica para reconhecer o lado certo. A proposta é relembrar a figura desse personagem por meio de elementos contemporâneos que unem performance, arte, tecnologia e memória. O trabalho será realizado pelos fotógrafos Eric Rahal e Marcelo Schellini.
Livre
LITERATURA
MANUAL DE INVENÇÃO

Intervenção artística que propõe a criação de pôster de arte como forma de interagir com as pessoas nos espaços e objetos do meio urbano. Serão elaborados pôsteres combinados com imagens e poemas curtos. O público é convidado a colaborar com a composição, e após a finalização, as obras serão copiadas e fixadas nas proximidades dos objetos a que se referem. Dentre as técnicas utilizadas estão o desenho, pintura, colagem, fotografia, uso de material encontrado no local, ícones e tipografia digital.
Com: Heyk Pimenta e Cassia Lyrio.
Livre
PERFORMANCE
É CRÉDITO OU DÉBITO?
Vários artistas (BR)
Intervenções em que artistas e público negociam a troca, compra e/ou venda de conversas, gestos, textos ou objetos simbólicos, discutindo questões sobre a sociedade de consumo e o mercado da arte. Os trabalhos incorporam ideias e ações a partir de uma genealogia artística construída desde os anos 70 que subverte o sistema institucional da arte, estabelecendo alternativas de posicionamentos face ao sistema capitalista.
Curadoria: Josué Mattos
Artistas Participantes: Grupo Aluga-se, Opavivará e Tamara Andrade.
Desenhe o seu lugar, eu desenho você, Tamara Andrade
A artista espera um interessado em trocar um desenho do lugar onde ele mais permanece durante o seu dia para ganhar um retrato feito por ela.
Moitará, Opavivará
O projeto teve início em 2008 com a tiragem de mil moedas de cerâmica, peças numeradas e trocadas por outros objetos, ações, ideias, textos, trabalhos, sonhos ou delírios. O termo Moitará, em tupi, define um ritual de troca de artefatos ligados à especialização manufatureira, realizado entre os índios de diferentes etnias. O grupo mantém um acervo das trocas no blog http://moitara.wordpress.com.
Compra-se e vende-se, Grupo Aluga-se
O grupo de artistas dispõe à venda suas pequenas sacolas-surpresas contendo obras de arte, entre serigrafias, gravuras e fotografias. Ao mesmo tempo, anúncios espalhados pela cidade convidam os artistas locais a visitarem a barraca, momento em que o grupo anuncia a compra de suas obras. A ação busca estimular a construção de novos circuitos para a produção artística contemporânea.
Duração: 3h
Livre
TEATRO
A PEREIRA DA TIA MISÉRIA
Núcleo Ás de Paus (PR)

Formado em 2008, o grupo pesquisa a estética do teatro de rua, utilizando a linguagem dos artistas mambembes, traduzida por meio de canções populares, teatro de bonecos e de recursos circenses como a perna-de-pau. O conto tradicional espanhol que dá nome ao espetáculo trata da fome, da miséria e da morte, através de uma história simples e repleta de reflexões apresentadas por metáforas e personificações.
Elenco: Bruna Stéphanie, Camila Feoli, Guilherme Kirchheim, Luan Valero, Rogério Costa e Thunay Tartari
Concepção e Direção Musical: Eric D’Ávila
Dramaturgia: Luan Valero
Cenografia: Rogério Costa e Alex Lima
Figurino e Confecção dos Bonecos: Alex Lima
Contra-regras: Adalberto Pereira e Aline Benites
Produção: Aline Benites
Co-Produção: Produtora FUNCART
Duração: 50min.
Livre
DANÇA
ZAMBOGrupo Experimental do Recife (PE)
O nome Zambo é uma referência ao personagem Charles Zambohead, criado por Chico Science, e que viraria história em quadrinhos na Internet. Inspirado no perfil traçado por Chico e também na própria performance cênica do intérprete-mor do Mangue Beat, Zambo é um corpo em trânsito que habita no ambiente da tradição, mas é igualmente composto de uma movimentação contemporânea.
Direção, coreografia e concepção: Mônica Lira
Produção e sonoplastia: Christianne Galdino
Bailarinos: Everton Gomes, Helijane Rocha, Jennyfer Caldas, Januária Finizola, Mônica Lira, Rafaella Trindade, Ramon Milanez e Sílvio Barreto
Figurino: Período Fértil
Cenotécnico: Silvio Barreto
Iluminação: Beto Trindade
Operadora de Luz: Luciana Raposo
Músicas: Taboo, de Nusrat Fateh Ali Khan; Galatcki Funk, de DJ Spooky; Je gue ya, de Geoffrey Oryema, e Toque pra Iorubá, de Antúlio Madureira.
Duração: 45min.
Livre
CIRCO
SEMI-BREVE
Las Cabaças (SP)

As palhaças Bifi e Quinan apresentam suas peripécias e trapalhadas a partir de releituras de números tradicionais do circo, elaborando sátiras a partir da arte da guerra, da tentativa de fazer música e da sua inadequação no mundo. Integrante do grupo Doutores da Alegria por nove anos, a dupla mantém um projeto que leva o palhaço em lugares de difícil acesso, percorrendo comunidades nos estados do Acre, Amazonas, Pará, Amapá e Maranhão.
Elenco: Juliana Balsalobre e Marina Quin
Duração: 50min.
Livre
ARTEMÍDIA
ELA, SÓ, PENSA NAQUILO
Marcus Bastos, Karina Montenegro e Fernanda Franceschetto (SP)
Projeto de cinema ao vivo que mistura edição em tempo real de áudio e vídeo com dramaturgia criada a partir do diálogo com as cidades onde será apresentado. A apresentação explora o universo de uma mulher de 30 e poucos anos diante de memórias e fantasias sobre seu passado. Imagens de diferentes cidades do interior de São Paulo, captadas previamente por celulares acoplados a um carro-dispositivo, serão utilizadas para contextualizar a interpretação da atriz Fernanda Franceschetto.
Livre
Direção e Conceito: Marcus Bastos
Duração : 30min.
Livre
ESPECIAL
Com a missão de descobrir quais são os hábitos culturais dos moradores da cidade por onde passa, um videorrepórter faz rápidas entrevistas sobre quais são as opções de cultura, lazer e entretenimento da região. Ao final do dia, esse material é editado e apresentado no telão do palco, promovendo um encontro das respostas registradas com o público. Serão produzidos 88 documentários, um em cada cidade contemplada pelo Circuito SESC de Artes 2011.
Coordenação: Aldo Quiroga
Com Cristian Cancino
Livre
MÚSICA
QUINTETO
O Quinteto em Branco e Preto é formado por músicos originários dos bairros paulistanos de São Mateus e Santo Amaro e foram descobertos na noite paulistana pela cantora Beth Carvalho, que se tornou madrinha do grupo e com quem excursionaram por todo o mundo. Em mais de 10 anos de carreira lançaram três álbuns e dividiram o palco com artistas com os principais nomes do samba.
Nascido na periferia de São Paulo, Rappin’ Hood é um dos principais nomes do rap brasileiro. Nos anos 90 formou o grupo Posse Mente Zulu, com quem lançou o álbum Sou Negão, em 1998. Já em carreira solo, gravou os discos Sujeito Homem (2001) e Sujeito Homem 2 (2004), este com participações de artistas como Caetano Veloso, Arlindo Cruz e Zélia Duncan.
Rappin’ Hood – Voz
Everson Pessoa – Violão e voz
Ivison Pessoa - Percussão
Magnu Sousa – Pandeiro e voz
Maurílio Oliveira – Cavaquinho e voz
Vitor Pessoa – Surdo
Alan Morandi - Sonoplastia
Duração: 80min.
Livre
Imagens das atrações do “Circuito”. Créditos – Divulgação.
Ronald Gonçales
Chefe do Setor de Música e de Dança
Departamento de Projetos Culturais
Prefeitura de Limeira/SP
Secretaria Municipal da Cultura
(19) 3451.0502